Coisas que aprendi com High School Musical + infância feliz. #hsm10anos

Oi, gente!

Não, você não está no blog errado. É que dia 20/01/2016 fez DEZ anos que o filme High School Musical foi lançado nos EUA, e em comemoração, a Disney resolveu juntar os integrantes “principais” para fazerem um programa falando sobre o filme, seu sucesso, a mudança que ele fez em suas vidas, enfim, um reencontro (lindo :p). Se você se abismou ao ler 10 anos, pode crer, estamos ficando … maduros. Eu tinha 10 anos e estudava na 4ª série do ensino fundamental (hoje eu acho que se chama 5º ano) na época em que o filme foi lançado e lembro até hoje da primeira vez em que assisti: uma sessão da tarde, alguns meses após o lançamento. Eu simplesmente PIREI! Sabe aquele efeito Sandy & Júnior que dava nas crianças? Pois é, HSM foi desse jeitinho comigo! Eu não só assisti na globo como no dia seguinte fui correndo na locadora atrás do dvd. Tenham certeza de que no final do ano de 2006/início de 2007 o carinha da locadora simplesmente me amou, de tantas vezes que voltei lá! (Sim, você leu locadora mesmo.) É, eu sou uma wildcat! kkkkk

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Eu posso dizer com toda certeza do mundo que, graças a Deus, minha infância foi muito feliz. Eu até  brincava na rua, mas como meus pais trabalhavam fora o dia todo, não era muito tempo que a gente podia ficar, então eu tinha minhas artimanhas. Eu sempre amei música e era hipnotizada na frente da TV, e por isso, das grandes lembranças que eu tenho, HSM é definitivamente uma das mais marcantes. Aliás, eu fui acompanhando os filmes no fim da infância até um pedaço da adolescência, e acreditem: posso ver quantas vezes forem, posso ter decorado todas as músicas e falas, mas até hoje assisto com a mesma alegria.

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Se você não sabe o que bulhufas é High School Musical, ou você é muito novinho (a) ou você não teve infância, se é da minha idade. Mas eu vou ser gente boa com você. HSM se passa dentro do colégio East High (que realmente existe, funciona e tem esse mesmo nome), e gira em torno de basicamente seis personagens: os irmãos Sharpay e Ryan Evans, Taylor, Chad e principalmente o casalzinho Troy Bolton e Gabriella Montez.

Troy é um jogador de basquete e Gabriella é a típica menina estereotipada nerd, estudiosa e que só tem tempo pros estudos. Mas como o próprio título do filme diz, ele é um musical e aborda muito a questão do talento, se descobrir fazendo coisas novas que talvez não agradem a todos que já estão acostumados a te ver no seu “status quo”. Tem música e dança o tempo inteiro, mas como eu já disse, o filme é um musical…e da Disney!

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O primeiro filme (2006) é quando tudo começa, quando todos se conhecem na escola e transformações acontecem. O segundo filme (2007) se passa nas férias de verão do East High, onde a maioria dos alunos vai fazer trabalho de férias no clube dos Evans.  E o terceiro (2008), o ano da formatura, escolhas de faculdade e a difícil despedida (enxuga lagriminha). O 3 foi o único que foi passado nos cinemas. Esse brevíssimo histórico aqui não é resenha, foi só pra tentar situar quem não conhece, mas recomendo que assistam os filmes pra entenderem o resto do post, huahuahua.

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Ah…Eu fui bem zoada na escola por gostar de HSM, porque era coisa de “criancinha”. Obrigada pai, mãe, por me deixarem ser criança na minha infância. Inclusive, foi assistindo HSM que eu comecei a me interessar por inglês. Continuando…

Nessa época eu aprendi que quando se tem um talento, ele deve ser colocado em prática desde que seja para o bem (apesar de eu ser tímida demais com algumas coisas, hihi). Aprendi também que a timidez pode te impedir de fazer certas coisas se você permitir, mas que quando você se soltar, você será exatamente quem você é. Aprendi que “uma vez um wildcat, sempre um wildcat”. Aprendi que se um grupo quer dar certo, faz de tudo pra dar certo; que distância é relativa pra quem ama; que piqueniques improvisados podem ser os melhores  encontros. Aprendi que para jogar, você deve manter o foco. Aprendi que não se deixa um amigo pra trás ou sozinho no jogo, e que se a amizade é verdadeira, “estamos todos JUNTOS nessa”. E mais ainda, que para suas coisas darem certo, você precisa ser ORIGINAL.

 

 

 

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Foto do encontro (que Zac Efron não foi –‘, mas enviou um vídeo)
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Pequena coleção de álbuns de figurinhas, dvds, revistas e pôsteres. (Saudade, banca de revista de dona Tonha…)

 

Once a wildcat, always a wildcat…

por Vitória Regina ❤

Especial #2: Inglês

Olá leitores, tudo bem? Eu espero que sim. Ah, e já que é claro que vocês devem estar se perguntando como estou, saibam que enquanto vocês estão lendo esse post PROGRAMADO, estou aqui, quebrando minha cabeça revisando conteúdos, até porque no momento me encontro no meio de um fogo cruzado chamado Semana de Provas…

Mas enfim, como eu falei no outro “Especial”, a categoria tem algumas experiências mais minhas. Eu gosto muito de estudar inglês, muito mesmo. Primeiro porque quando se está crescendo nos estudos, é maravilhoso quando você consegue outros materiais, inclusive de outro idioma que não o seu.

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A minha história de amor com o inglês é antiga. Meu pai tinha em casa umas revistas com uns níveis de inglês para criança e outras para adulto. Eu tentei milhares de vezes estudar com a revistinha acompanhando com o cd, mas sempre desistia na metade primeiro livro. Em 2009, quando eu estava na 7ª série (hoje, 8° ano), tirando uma dúvida com minha então professora, ela me respondeu um tanto quanto grosseiramente: “é assim! Eu repito isso várias vezes e vocês nunca prestam atenção! Cometem sempre o mesmo erro!”. E por ela ter gritado e falado coisas assim, eu me senti desafiada (e até ofendida, na época kkk). Daí em diante eu comecei a me dedicar MUITO ao inglês da escola com recursos externos: músicas, filmes legendados, gramáticas. Aos poucos fui criando um conhecimentozinho básico do básico. Mas melhorei bastante na escola e fui pegando uns macetes. Posso até ter ficado com raiva no momento, mas hoje agradeço imensamente pelo fora! kkkkk

Em 2011, quando comecei o 1º ano do Ensino Médio, as aulas que eu mais esperava eram as de Literatura, História, Filosofia, mas a ansiedade era muito maior pelo inglês, já que as aulas eram as duas últimas da sexta-feira (#chatxiada). Nessa mesma época, surgiu uma possibilidade de fazer um cursinho com uma professora que já dava aulas em Aracaju (nessa época eu estudava em Propriá, interior daqui de Sergipe). O bom era que todo sábado estudava, tinha muita conversação e a professora era (é) uma fofa! (I love you, Nei!). O chato é que infelizmente ela não podia dar diploma, mas o conhecimento que adquiri foi incrível, pois fiz “dois básicos”, então, apesar de parecer repetido, tive acesso a dois tipos de material (editoras, metodologia). Meus pais sempre quiseram me colocar num curso de idiomas, mas só agora em 2014 eu entrei e está dando muito certo (ah, os planos de Deus… :D).

Agora vocês devem estar se perguntando o que que este texto tem a ver com o blog. Bem, recentemente eu fiquei muito empolgada com a ideia de ler livros em inglês. É claro que ainda tenho MUITO a estudar, mas tenho planos. Li um recentemente para o curso (acho que é paradidático) chamado “A Little Trouble in California”. Ele é bem simples, a linguagem é bem facilzinha, porque é do nível básico. Ah, por falar nisso, até hoje muita gente me pergunta porque que comecei o curso no nível 1, se já tinha feito antes. Mas é que, gente, estudar inglês para mim não é só uma responsabilidade, mas também um prazer. E outra, eu passei 2012, 2013 e metade de 2014 sem me dedicar para inglês como estudo, e se um dia Deus permitir, ainda pretendo fazer um intercâmbio, então quero estar pelo menos mediana no negócio… Ainda tenho a oportunidade do acesso a outro material! 🙂

Se você que está lendo acha que inglês é difícil, que não consegue aprender, acredite: vale muito! E se eu estou conseguindo, você também consegue. Conhecer um segundo idioma é quase indispensável hoje em dia no mercado de trabalho, sabia? Pode parecer loucura, mas quando eu era um pouquinho mais nova, eu sonhava e estava quase decidida a ser intérprete… Pensava na faculdade de tradução, tipo, MUITO. Se você quer começar ou pensa em começar a estudar inglês, eu vou deixar umas dicas básicas aqui e espero que ajude:

  1. Tente entender, nunca tente traduzir tudo ao pé da letra.
  2. Passe a assistir filmes legendados.
  3. Se você gosta de séries, passe a assisti-las também legendadas e tente achar novas outras. As séries nos ajudam a perceber o cotidiano dos lugares.
  4. Procure ouvir músicas e olhar as traduções (mas depois tente você mesmo entender em inglês: a maioria das traduções de sites de letras não tem tradução muito confiável).
  5. Procure expressões em inglês, isso vai ajudar a você não traduzir certas palavras que juntas formam uma expressão.
  6. Antes de escolher a escola de idiomas que você pretende ingressar, procure saber de outras pessoas que já estudam/estudaram sobre a metodologia de ensino.
  7. E… mantenha o foco! Não desista na primeira dificuldade. Consulte o dicionário, você não é obrigado a saber de tudo, assim você também vai aprender novas palavras!

Atualmente, o dicionário que uso é o Oxford Escolar para estudantes brasileiros de inglês português-inglês/inglês-português, da Oxford University Press. O que eu usava antes de ganhar o oxford, e também recomendo, é o Yes inglês/português . português/inglês da Larousse (o meu é a versão mini).

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Enfim, espero que tenham gostado. Fiquem com Deus e até a próxima!

Por Vitória Regina ♥

Especial #1: “Ao mestre, com carinho…”

Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.

(Cora Coralina)

     Olá, leitores! Hoje eu vim fazer um post um pouco diferente, aqui tem um pouco mais de mim… Antes de começar, gostaria de dizer que este texto é dedicado a todos os corajosos que se decidiram pela carreira da licenciatura, a todos que passaram até hoje pela minha vida escolar (e agora, acadêmica) e especialmente aos primeiros professores que conheci: meus pais.

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foto: blog.cancaonova.com

     Hoje, 15 de outubro, comemora-se o dia do Professor. Mas o que isso tem a ver com o Blog? Bem, eu já citei algumas vezes que meus pais são professores formados na área de Letras. Eu aprendi a ler quando tinha apenas 5 anos (paixão antiga!) e muitas vezes, eles não tinham tempo para ler para mim por causa dos horários apertados do trabalho, mas todo tempo livre que podiam tirar, liam comigo e faziam questão de estimular. Meu irmão, que é três anos mais velho do que eu, não tinha muita paciência para isso e às vezes inventava as histórias com preguiça de ler tudo o que estava escrito (entreguei você, rapaz…) e com o tempo eu passei a entender que eu também podia criar minhas próprias historinhas com as ilustrações, já que tínhamos acesso a todo e qualquer material didático infantil dos meus pais. É bem verdade que risquei alguns, rasguei umas folhas, perdi uns cadernos… Mas enfim. Acabou que sem o tempo de meus pais, a falta de paciência de meu irmão e a minha criatividade de criança me fizeram juntar as sílabas que comecei a aprender na escola com as palavras dos livrinhos ilustrados. E assim nascia meu vício por leitura…

Agora imaginem como deve ser uma pessoa criada num ambiente cercado por livros. Essa é minha casa! Hahaha… pois é. Tinha como eu ser diferente? Não, né…

     Por muitas vezes vi a alegria dos meus pais após uma aula produtiva. Por outras, também vi a tristeza pela disputa com a falta de atenção e de interesse dos alunos. Quando fui aluna da minha mãe, no ginásio, percebi que era uma faca de dois gumes: se tirava nota boa, ouvia coisas do tipo “claro, né? Filha da professora só podia tirar nota boa. Ela deve dar todas as respostas das questões…”. Se tirava nota ruim: “Como assim? Filha da professora tirando nota ruim? Deveria era dar exemplo!”. Com o tempo, aprendi a deixar para lá e acho até que meus colegas foram entendendo que não era bem assim. O lado bom de ser filha de professor é ser reconhecida nos lugares como “A-filha-do-professor” ou até mesmo o esteriótipo que as pessoas criam sobre você: a pessoa que fala sempre corretamente, que escreve corretamente. O lado ruim é que se você erra um “a”, é quase crucificado. Tem frases que já são beeeeem manjadas e escuto em todo lugar: “seus pais pegam muito no seu pé?” “eles mandam você ler?” “o que acontece se você tirar nota ruim?” “filha de professor não pode errar, né?” 

     Acredito que, por trás do papel do professor de ensinar a matéria, existe um perfil, um nome que pesa ainda mais: educador. Nos dias de hoje, está cada vez mais difícil ver jovens se decidindo por licenciatura nos vestibulares e enem e os motivos geralmente são ligados ao fator “não sei lidar com alunos” ou o salário do professor não ser devidamente pago. A verdade é que, no Brasil, o papel do professor não é valorizado como merece. Já vi inclusive colegas meus (pré-adolescentes na época, pra vocês terem noção) olharem pra minha mãe falando na escola particular “quem paga seu salário sou eu!”.

     Mas hoje prefiro abandonar todas as opiniões que já ouvi. Hoje simplesmente gostaria de agradecer a todos os professores e professoras que muito me ajudaram a crescer intelectualmente, e no papel de educadores que são, me ajudaram a crescer como pessoa, como ser humano. Claro que existem os que eu vou sempre puxar a sardinha no fundo do meu coração (isso é diferente de ser puxa-saco, coisa que não tenho vocação de jeito nenhum!), assim como aqueles que fui de pensamentos diferentes e irei de frente quando preciso for, mas com muito respeito.

     Que os professores não desistam dos seus alunos, e principalmente, que os alunos não desistam de seus professores. Vou citar aqui abaixo os nomes dos professores que eu lembrar desde o maternal até hoje. Se faltar alguém, perdão. É muita gente de 1997 até agora… Cito com amor aqueles que são meus referenciais, outros que nem tanto. Porque tive/tenho professores que ensinam como devemos ser, e também os que ensinam a como NÃO ser. Mesmo assim, obrigada por todo o conhecimento que a mim, de alguma forma, foi passado. Que Deus abençoe a todos:

– Colégio N. Sra. Auxiliadora (CNSA) Propriá, SE

(Ensino infantil ao 9º ano: 2 a 14 anos)

Kátia, Carminha, Netinha, Tereza (ou é Teresa?), Zenóbia, Maria, Andréa, Cléia, Fátima Carvalhal, Simone, Elizabeth, Vanessa, Alda, Jonilton.

– Colégio N. Sra. das Graças (CNSG) Propriá, SE

(Ensino Médio: 15 a 17)

Kléber Ribeiro, Dani, Abdísio, Marcelo Ribeiro, Jânio Nascimento (“ei, filho!”), Carlinhos, João Batista (“amiguinho!”, nosso Super Mário), Kathyanne, Adriano Mota, Lucenilde Rodrigues, Faruk (Poteeeeência…), Erundina Borges, João Júnior (JJ), Carlos Alberto, Tiago, Otávio Costa, Lucenilde Rodrigues.

– Cursinho CTM (ENEM) Propriá, SE

Mário Costa, Carol Gomes, Jéssica Ferreira, Adriano Góis, Carlos Eduardo.

– Universidade Tiradentes (UNIT) Aracaju, SE 

Edson Paulo (Recepção aos calouros), Ana Beatriz, Rochelle Bezerra, Aida Carla (que me ensinou a amar anatomia), Alvaci Resende (Delícia), Tati Torres, Tatiana Socorro, Maria Nei, Jamile Teles, Lígia Mª, Célia Mª, Diogo Garção (abençoado!), Jarbene Valença, MaJô, Josy Barreto (Unit Idiomas).

– Lembrando das retiradas do sufoco em química pelo amigo e professor João Paulo Graça e da querida Neildes Triani, curso de inglês. Por fim (porque aprendemos que os últimos serão os primeiros!), os professores que me ensinam a todo instante, de sempre a sempre: Cleide e Genivaldo, carinhosamente, mainha e painho.

Professor não é o que ensina, mas o que desperta no aluno a vontade de aprender.

(Jean Piaget)

FELIZ DIA DO PROFESSOR!

Com carinho, aos mestres,

por Vitória Regina