Especial #2: Inglês

Olá leitores, tudo bem? Eu espero que sim. Ah, e já que é claro que vocês devem estar se perguntando como estou, saibam que enquanto vocês estão lendo esse post PROGRAMADO, estou aqui, quebrando minha cabeça revisando conteúdos, até porque no momento me encontro no meio de um fogo cruzado chamado Semana de Provas…

Mas enfim, como eu falei no outro “Especial”, a categoria tem algumas experiências mais minhas. Eu gosto muito de estudar inglês, muito mesmo. Primeiro porque quando se está crescendo nos estudos, é maravilhoso quando você consegue outros materiais, inclusive de outro idioma que não o seu.

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A minha história de amor com o inglês é antiga. Meu pai tinha em casa umas revistas com uns níveis de inglês para criança e outras para adulto. Eu tentei milhares de vezes estudar com a revistinha acompanhando com o cd, mas sempre desistia na metade primeiro livro. Em 2009, quando eu estava na 7ª série (hoje, 8° ano), tirando uma dúvida com minha então professora, ela me respondeu um tanto quanto grosseiramente: “é assim! Eu repito isso várias vezes e vocês nunca prestam atenção! Cometem sempre o mesmo erro!”. E por ela ter gritado e falado coisas assim, eu me senti desafiada (e até ofendida, na época kkk). Daí em diante eu comecei a me dedicar MUITO ao inglês da escola com recursos externos: músicas, filmes legendados, gramáticas. Aos poucos fui criando um conhecimentozinho básico do básico. Mas melhorei bastante na escola e fui pegando uns macetes. Posso até ter ficado com raiva no momento, mas hoje agradeço imensamente pelo fora! kkkkk

Em 2011, quando comecei o 1º ano do Ensino Médio, as aulas que eu mais esperava eram as de Literatura, História, Filosofia, mas a ansiedade era muito maior pelo inglês, já que as aulas eram as duas últimas da sexta-feira (#chatxiada). Nessa mesma época, surgiu uma possibilidade de fazer um cursinho com uma professora que já dava aulas em Aracaju (nessa época eu estudava em Propriá, interior daqui de Sergipe). O bom era que todo sábado estudava, tinha muita conversação e a professora era (é) uma fofa! (I love you, Nei!). O chato é que infelizmente ela não podia dar diploma, mas o conhecimento que adquiri foi incrível, pois fiz “dois básicos”, então, apesar de parecer repetido, tive acesso a dois tipos de material (editoras, metodologia). Meus pais sempre quiseram me colocar num curso de idiomas, mas só agora em 2014 eu entrei e está dando muito certo (ah, os planos de Deus… :D).

Agora vocês devem estar se perguntando o que que este texto tem a ver com o blog. Bem, recentemente eu fiquei muito empolgada com a ideia de ler livros em inglês. É claro que ainda tenho MUITO a estudar, mas tenho planos. Li um recentemente para o curso (acho que é paradidático) chamado “A Little Trouble in California”. Ele é bem simples, a linguagem é bem facilzinha, porque é do nível básico. Ah, por falar nisso, até hoje muita gente me pergunta porque que comecei o curso no nível 1, se já tinha feito antes. Mas é que, gente, estudar inglês para mim não é só uma responsabilidade, mas também um prazer. E outra, eu passei 2012, 2013 e metade de 2014 sem me dedicar para inglês como estudo, e se um dia Deus permitir, ainda pretendo fazer um intercâmbio, então quero estar pelo menos mediana no negócio… Ainda tenho a oportunidade do acesso a outro material! 🙂

Se você que está lendo acha que inglês é difícil, que não consegue aprender, acredite: vale muito! E se eu estou conseguindo, você também consegue. Conhecer um segundo idioma é quase indispensável hoje em dia no mercado de trabalho, sabia? Pode parecer loucura, mas quando eu era um pouquinho mais nova, eu sonhava e estava quase decidida a ser intérprete… Pensava na faculdade de tradução, tipo, MUITO. Se você quer começar ou pensa em começar a estudar inglês, eu vou deixar umas dicas básicas aqui e espero que ajude:

  1. Tente entender, nunca tente traduzir tudo ao pé da letra.
  2. Passe a assistir filmes legendados.
  3. Se você gosta de séries, passe a assisti-las também legendadas e tente achar novas outras. As séries nos ajudam a perceber o cotidiano dos lugares.
  4. Procure ouvir músicas e olhar as traduções (mas depois tente você mesmo entender em inglês: a maioria das traduções de sites de letras não tem tradução muito confiável).
  5. Procure expressões em inglês, isso vai ajudar a você não traduzir certas palavras que juntas formam uma expressão.
  6. Antes de escolher a escola de idiomas que você pretende ingressar, procure saber de outras pessoas que já estudam/estudaram sobre a metodologia de ensino.
  7. E… mantenha o foco! Não desista na primeira dificuldade. Consulte o dicionário, você não é obrigado a saber de tudo, assim você também vai aprender novas palavras!

Atualmente, o dicionário que uso é o Oxford Escolar para estudantes brasileiros de inglês português-inglês/inglês-português, da Oxford University Press. O que eu usava antes de ganhar o oxford, e também recomendo, é o Yes inglês/português . português/inglês da Larousse (o meu é a versão mini).

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Enfim, espero que tenham gostado. Fiquem com Deus e até a próxima!

Por Vitória Regina ♥
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Um comentário em “Especial #2: Inglês

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